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Jequié, Bahia, Brazil
"Ouso ser simples como a água e o pão..."

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Pérolas


Ontem me convenci de que realmente fizemos AMIGOS/IRMÃOS em Salamanca. Percebi que somos capazes de AMAR sem pretensões e sem máscaras. Lembro do primeiro dia em que visitamos o grupo NORTE... Fomos acolhidos de verdade!! Nos sentíamos tão carentes do nosso povo, da nossa cultura, do nosso país tão diverso, mas tão acolhedor...  Com o tempo nos tornamos parte e já não éramos e não nos sentíamos como estranhos. Nos haviamos tornado membros de uma só família e fomos encorajados a persistir em nossas metas. Mas, especialmente, a PRIORIZAR METAS ESPIRITUAIS. O que para mim, em especial, foi decisivo, dado o  processo de reconstrução em que me encontrava... Cada palavra, cada gesto, significaram muito... Ontem nos despedimos. Ontem chorei de saudade... A vida segue seu rumo.'
'Muchas Gracias hermanitos!!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

É preciso não esquecer nada

Por Cecília Meireles




É preciso não esquecer nada:

nem a torneira aberta nem o fogo aceso,

Nem o sorriso para os infelizes

nem a oração de cada instante.

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta

Nem o céu de sempre.

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,

o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.

O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,

a idéia de recompensa e de glória.

O que é preciso é ser como se já não fôssemos,

vigiados pelos Próprios Olhos

severos conosco, pois o resto não nos pertence.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O instante, a contemplação, a vida... felicidade

Por Gilson Teixiera



Um dia, em algum lugar, seis horas da tarde, uma família senta-se em uma das mesas de um bar. Duas senhoras, uma jovem e uma criança de uns quatro, cinco, seis anos, no máximo. Pelo modo de se vestir e se comportar Possuem pouca renda. Pedem um litro de refrigerante, salgadinhos uns poucos ... O atendente traz o pedido e os copos, nos Quais verte o conteúdo escuro da bebida. A criança sorri com mais uma profunda pureza quando vê o refrigerante em seu copo. Mesmo sendo um pouquinho só, menos da metade. Olha-o, um ponto de vesguear. Existia, naquele momento, um único ponto de contemplação: aquele líquido maravilhoso em seu copo. Admira-se com as borbulhas produzidas pelo gás. Sorri, nada mais, sorri ... Balanceia a cabeça, de um lado ao outro, lentamente. Seu corpo volta e vai, para frente e para atrás, dá voltinhas com contidas em seu tronco ritimado movimento como o da bailarina não Lago dos Cisne. E sorri ... Levanta as mãos, leva-as em direção ao copo, o-pega ... Larga-o ... Recolhe os braços para junto de seu corpo, como coxas rocam suas mãos. Olha o refrigerante, novamente vesgueia, balança a cabeça e. .. Sorri. São segundos que parecem eternos tamanha a imagem da beleza. Que enorme Ocorrem ali contemplação e prazer. Aos poucos os braços aproxima da mesa, outra vez em suas mãos são conduzidas até o copo. Segura-o, agora um pouco mais que antes. Mas só isso. As outras pessoas da mesa conversam entre si alto, gesticulam falam, ... estão em outro universo. Ela, uma criança, é a única a viver o momento no qual, como seis da tarde, sopra uma suave brisa gostosa, que Abranda o calor insuportável daquele lugar. Esse instante sublime tem que ser apreciado, degustado com suavidade como essa criança o faz. Levanta o copo, aproxima de seu rosto, olha o seu conteúdo e. .. Sorri com alegria, felicidade balanceia com a cabeça ... Rapidamente Solta o copo sobre a mesa, só que naquele gesto como crianças são Capazes de fazer. Abaixa os braços e segura firmemente nas laterais da almofada da cadeira em que estava sentada, como quem procurasse constatar que de fato estava ali, a fim de ter certeza de que aquele momento era real. Sorri, um sorriso alegre, contente, um sorriso de inocência cúmplice do infinito prazer daquela experiência. Volta a pegar o copo, por fim leva-o à boca, em um proceso milimitrado lentissimo,. Somente molha os lábios com o conteúdo do copo, sente cosquinhas nos lábios ... Imediatamente o devolve um lugar seu. Na boca da menina Maior aparece um sorriso, mais largo. Logo seguido dos movimentos corporais de cabeça e corpo. Volta a bailar ... Aqueles gestos, tão puros, que só uma criança sabe fazer. O ritual prolonga-se por alguns minutos, mas eternos. Quem o viu, contemplou-o ... Foi um instante de comunhão com uma beleza do universo expressa na felicidade ingênua de uma criança Degustando um refrigerante.

Pelas ruas de Salamanca


Numa dessas tardes frias, enfeitada de folhas marrons e amarelas, lá vem ele com seu abrigo verde. Ele vem todo contente, de sabidinhas soprando bolhas 'Sabão ... Algumas pessoas que passam pelo menininho, na calçada, esboçam um sorriso leve ... Talvez porque, por um instante, também se sintam livres e desejem voar em bolhas de sabão, sem o medo de estourar de tanta felicidade. Ele, desapercebido, não sente o quanto já caminhou ... O tempo é só mais um amigo brincalhão nessa Passagem ... Sopra Forte Filho e Eleva os teus sonhos de criança seja para onde ninguém Capaz de desfazê-los e ensina-me contigo a voar ...

Aprendizagens


Dos bate-papos com os peixinhos que viviam no tanque do quintal de casa ou dos sonhos de caatinga da menina, alimentados ao lado do 'Pé carambola' de-semente doada pelas mãos de minha vó Fulô, aprendi que a vida fica bem mais bonita Quando a fantasia se Mantêm viva, mesmo depois que a gente vira gente grande. Da adolescência tímida, envolta em pensamentos e idéias de futuro, aprendi que é crescer bonito ... Das descobertas que, pouco a pouco, se tornaram possíveis e que só as mulheres sabem como são maravilhosas, aprendi que a vida é uma benção! (Desabrochei feito flor!) Pelo namorido 'que ganhei de presente, numa manhã geladinha em Sampa, e que me faz tão feliz, descobri que essa história que contam sobre Existência de uma' outra metade tua 'é a mais pura verdade. Pela presença de Pedro, em minha vida, estou plenamente convencida de que, quando menos esperamos, somos abençoados pelo imerecidamente dador da VIDA e convidados um refletir sobre o que verdadeiramente importa ...

domingo, 22 de novembro de 2009

Caminhos feitos de amizade


Quero bem tanto aos meus amigos ... São poucos. Mas é isso mesmo ... Amigo é jóia rara / Presente de Deus. O que importa é que meus poucos amigos significam muito. Meu pai é um exemplo de amigo. Ele sempre me incentivou um seguir em frente. Tem uma frase desse amigo que considero muito ... Sempre que me percebe Forças sem, com seus 91 anos de vida bem vivida, costuma dizer: "Reaja moça"! E eu reajo! rs ... Minha mãe é minha amiga também. Toda espirituosa, faceira, amorosa ... Ela tem uma voz bonita canta quando ... Meu irmão foi outro amigo que tive. Grande homem o meu irmão. Sem pretensões. Verdadeiro saudades. Sinto. Minhas irmãs são um outro exemplo de amizade sincera. Cada uma de seu jeito, de seu modo .. Os meus sobrinhos são meus amigos ... Fariam o que fosse Possível por mim ... disso não duvido. Meu marido é outro grande amigo. Me aponta sempre novos horizontes. Em todos os momentos, de nossa vida em comum, sempre apostou em mim ... E nos mais difíceis me estendeu a mão. Isso é ser AMIGO. O meu filho é outro Companheirão! A gente aprende junto. Mas tbem tem gente que passa pela nossa vida sem ser pai, irmão, irmã, sobrinhos, marido e filho que tbem se torna amigo. No meu caso, em algum momento de desacerto, alguns deles (acredito que pelo imperfeito que somos) me desapontaram, me entristeceram e me fizeram chorar ... Mas também me ensinaram que uma gente tem que aprender a perdoar ea pedir perdão. Outros, por sua vez, por seu carinho e atenção constante, quase sem vacilar, estão sempre a disposição. Demonstram prazer em ajudar; brilham seus olhos ... É bonito isso! Sinto-me comovida e privilegiada ...

Las mascotas de mi clase visitan mi casita

Por Pedro Leão (O primeiro texto a gente nunca esquece ...)

En el viernes, por la tarde papa, mama e yo organizamos una fiesta de Bienvenida para Pi Pa bailamos y mucho y con las canciones del Lunnis DVD de los. Mama nos sirvio merienda una muy rica! Sábado, miramos muchos dibujos en la Tele ... Nos ha encantado "La Casa del Mickey Mouse" y "Timmy" ... Después presente mi colección de muñecos para mis amigos y PI PA jugamos y un buen rato en mi habitación! En casa, tenemos una osa de peluche que se llama LULITA. Ella, Pi y pa se volvieron buenos amigos! Domingo, ele salido para pasear con mis padres, y Pi pero PA prefirieron quedarse en mi casita, jugando con mi colección de los Alien de Ben-10. Todas las noches, antes de dormir, nosotros mama jugaba contaba con y cuentos. Ha sido un fin de semana estupendo! En Brasil, echaré de menos de Pi y PA.

sábado, 21 de novembro de 2009

Os amigos da infância


Os amigos da minha infância se misturaram com o que sou, em essência, e nunca mais partiram. Quando o acaso da vida me permite reencontrá-los, pelas ruas da cidade, me sinto estranha... Talvez por percebê-los fora do espaço/tempo que antes nos aproximava e que nos tornava tão iguais... Por fora, noto que mudamos... O tempo é imbativel! Mas pressinto que se nos fosse dada a oportunidade de reviver a nossa infância, nem que fosse por poucas horas, não perderíamos tempo e jogaríamos a "amarelinha", (na minha região, "macaco" e, quase sempre, jogávamos com casca de banana); o "baleado"; o jogo da estátua ; sem deixar de lado o jogo do "liso" - jogaríamos com pedrinhas redondas, brilhantes... Faríamos um arco com a mão esquerda e tentaríamos, com muita maestria, fazê-las atravessar, feito raio, o 'arco' de nossa mão... Iríamos até o campo abandonado, perto de casa, e também brincaríamos de "assombração"... Todos de mãos dadas até o meio do campo, como fazíamos antes, sempre à noitinha, e alí soltaríamos as mãos... Logo, correríamos, todos juntos, até as varandas iluminadas das casas mais próximas, em busca de refúgio. Nos divertiríamos pra valer!... Seríamos, mais uma vez, pura adrenalina! Ao retornar, teríamos a sensação de que ainda somos crianças e de que a vida é muito mais do que uma corrida frenética...

Texto de Rubens Alves

Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Deliciosus avis est

Por Gilson Teixeira


Quatro colheres de azeite virgem extra, das de sopa, cheias, em uma caçarola. Duas fatias de bacon picadas. Dois peitos de frango envoltos no e alho amassado sem sal. Quando o azeite quente Estiver se coloca o bacon picado. Quando frito Estiver se deposita suavemente os peitos de frango. Um após outro lado Devem ficar dourados. Dez uvas sem caroços descascadas e cortadas ao meio. Acrescentam-se à panela. Tampada uma panela, começa ferver um. Duas cenouras e uma batata inglesa cortada em pedaços são adicionadas. Um pouquinho de suco de limão. Um pimentão verde e outro vemelho, fatiados, vão à panela. Mais um quarto de uma cebola cortada em rodelas. Por fim, grego yogurte natural. Fervendo está, até a cenoura ea batata ficarem macias. Uma pitada de pimenta do reino. Outra de manjericão. Para se mesclarem com a comida, por meio do vapor. Servido com arroz com brócolis, o frango está pronto para se deliciar. Ah ... um vinho branco, meio seco, bem geladinho. Depois, um sorvete com uma Xicara de café e uma dose de conhaque. Já está. Nada mais. Muito pouco é necessario para se Alcançar o prazer!

Almas perfumadas

Por Ana Cláudia Saldanha Jácomo


Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O outro é tempo. E a vida fica com um cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus. De banho de mar quando a água é quente eo céu é azul. Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis. Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo. Sonhando um maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso. Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que uma gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é Possível, a gente tem certeza. Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. Recebendo um buquê de carinhos. Abraçando um filhote de urso panda. Tocando com os olhos os olhos da paz. Ao lado delas, saboreamos uma delícia do toque suave que sua presença sopra no coração nosso.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De Jardim no passeio. Ao lado delas, a gente percebe que uma sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar. Ao lado delas, a gente lembra que nenhum instante em que rimos Deus está dançando conosco de rostinho colado. E a gente ri grande que nem menino arteiro.
Costumo dizer que algumas almas são perfumadas, porque acredito que os sentimentos Tem também cheiro e tocam todas as coisas com os seus dedos de energia. Minha avó era alguém assim. Ela perfumou muitas vidas com sua luz e suas cores. A minha, foi uma delas. E o perfume era tão gostoso, tão branco, tão delicado, que ela mudou de frasco, mas ele continua vivo no coração de tudo o que ela amou. E tudo o que eu amar vai encontrar, de alguma forma, os vestígios desse perfume de Deus, que, numa temporada, se vestiu de Edith, para me falar de amor.





quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O cientista que brinca


Ultimamente, todas as vezes que o brinca com seus bonequinhos de plástico - Criaturas alieníginas ou robôs que se transformam em quase tudo, costuma dizer: "Eu tenho poderes 'histamínicos"! Como fico intrigada toda mamãe curiosa ... "Istamínico?! De onde ele tirou essa palavra?" Até que um dia fui ao "Google" ... E para a minha surpresa, em muitos artigos, encontrei o termo ... Tem a ver com uma das armas que nosso corpo Produz Substâncias estranhas para Combater. Histamina Quando o sistema de defesa do corpo Substâncias estranhas detecta, uma de suas primeiras ações é liberar '. Ela Aumenta a circulação de sangue não local, deixando uma pele vermelha e inchada. Por outro lado, o sangue que aumentou sua circulação traz mais células de defesa. Isso que faz com que Sejam Substâncias estranhas eliminadas êáôÜøõîçò mais. Logo, pensei: "Então faz sentido,! A histamina pode ser Considerada uma Aliada do corpo !"... Mas como toda mãe tem uma 'mania do dessasosego', intrigada sigo ... E sempre que ele repete o termo, me pergunto: "De onde uma criaturinha de apenas três anos tirou essa idéia ?!".... Chega de pensar ... E, nesse momento, só me resta concluir: Vivam as crianças! Elas sabem muito!

Universos paralelos




Sexta, tres horas de la tarde, caminan por uno de los paseos de la Avenida Mirat, en Salamanca, dos señoras ancianas. Llevan Canas Ambas. Aparentan entre 60 y 70 años. Como es común en esa edad, las dos presentan rugas por la cara, señales profundos vividos de los años, y la estatura un poco curvada, una otra que más, lo que parece transcurrir de la mínima diferencia de edad entre ellas. Esta parece estar triste, llorar. La más nueva parece muy enfadada. De golpe, da un bofetón en el rostro de la más vieja. Pasa Vociferar um. Habla para que pare llanto con el, que es feo, le da una fuerte y continúa sacudida a decir, para, para con eso. De nada sirve. Al contrario, la señora llora más todavía. Mejilla roja por la bofetada que recibió, baja la cabeza en gesto de humillación. Las personas que pasan de momento, que vieron el teatro, miran sencillamente. No hay alguna reacción, ningún gesto, ni de aprobación ni de Reprobación. Es como si hubiera pasado en otra dimensión, en otro espacio-tiempo. En un mundo paralelo. Nada de eso, es la más clara manifestación de individualismo. No pertenece a mi mundo, brasileño não forma parte de mi universo, o, como dice el: no es conmigo, deja para allá. Nadie parece cuestionarse el porqué de aquel gesto entre las dos hermanas. Duele el aislamiento de la ancianidad. Aquellas dos solas en su habitat. Es común en Salamanca, parece que en España como un todo, que los ancianos vivan solos en sus pisos. Cuando contratan "podem", por algunas horas, uno de los servicios estudiante, que en la mayoría de las veces es latinoamericano. Estos "les cuidan". Les llevan pasear um, algunas veces les preparan la comida, les conducen hasta el médico ... Un negocio un ocio não. El anciano queda aislado, en sus reminiscencias pasadas. En su Universo Paralelo. Los hijos parientes, los ... Não se sabe donde están están, sencillamente, en algún lugar. ¿Cuál la diferencia entre este Occidente y Oriente retratado aquel en la maravillosa La balada de Narayama (Narayama Bushi-Ko)?







Escrito por gilsonteixeira às 20h18

Per-cursos




Neste ano o outono está raro. O frio que no ano passado marcou uma estação ainda não apareceu. Estes dias foram dias de 15 a 19 graus. O vento frio está presente sim. O despertando Sol e dormindo cedo, bem diferente do Verão, este ano muito quente. Pelas ruas do Centro Histórico começam um decorar para o Natal. A Prefeitura já Pendura como guirlandas, algumas lojas Colocam seus enfeites ... Uma decoração que está mais presente neste ano são as placas de aluguel. Muitas salas de escritório para alugar. Ao olhar para os andares dos prédios é fácil ver uma placa de venda ou aluguel desbotada um pouco, é como se fosse parte da Cidade da estética. Também, claro, não podemos negar a beleza das pedras que revestem um dos prédios Maioria do centro histórico. Cidade Elas dão um tom dourado à. Vemos Olhando com cuidado as marcas do tempo em cada pedra. Algumas novas, lisas sem rugas como o rosto macio das Crianças. Outras mais desgastadas pela ação do tempo, do vento que aqui é forte, como que açoita ano após ano. Um corte aqui, acolá ... Tem Cada Uma história que contar. A quem será contam seus contos?






Escrito por gilsonteixeira às 17h00

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Irmáo


Náo conheci o menino das brincadeiras de quintal ... Não me lembro de como era quando cresceu e se um rapazinho Tornou ... Eu ainda vivia Anunciada minha infância ... Só mais tarde, fui me dando conta do quanto te amava ... E como me alegrava o tom de tua voz, um geneoridade tua ... Lembro da textura de tua pele branca e do brilho de teus olhos esverdeados ... Que inveja da cor dos teus olhos sentia ... E dizia: "Se fosse em mim, faria o maior sucesso do mundo"! E Sorria você talvez pensasse: "Que sabe essa menina da vida?" E eu nada sabia de sua dor ou de suas lutas, sem a permissão da vitória. Até o dia em que você partiu, deixando o vazio ... O que me conforta é saber que um dia nos encontraremos e será maravilhoso ...

Contradictionis et negationis



La noche fue de lluvia. Tac, tac ... Se Oía el sonido de las pizcas de agua golpeando los cristales de las ventanas. Frio intenso ablandado por las aguas gélidas que cayeron lentamente esta madrugada. El suelo mojado, não como todos los días, acción del lavado realizada por los coches de la limpieza pública. Produto de frentes frias que vienen del Atlántico Norte, la intensa precipitação pluviométrica es en otoño. Choque del aire frío del Norte con el aire caliente de África. Dos intensas fuerzas de la naturaleza peleando entre si por el control del espacio. Una lucha sin vencedores. Verdad en un momento crítico de lo cual nace un tiempo frío, não intenso, un tiempo mojado, não lluvioso, un tiempo de brisa, não de Ventarrón. Dialéctico como el río heraclitiano.


Escrito por gilsonteixeira, às 11h59

Criança


Como alguém pode se negar um CONTRIBUIR para que uma criança seja feliz? Como pode ser Capaz de ignorar o seu olhar sincero - de quem ainda vive livre entre os mundos da fantasia e da realidade!? Penso que para o ato de irritar / entristecer uma criança, de abandoná-la em seu desejo de acolhimento, Deveria existir uma pena dura, sem direitos ... Impedi-la de viver plenamente sua infância também é impedi-la de Tornar-se ser vivente, conscicente de sua força ... Não suporto pensar nos modos de vida que assustam as crianças.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Lúcida em excesso

“Estou sentindo uma clareza tão grande que me anula como pessoa atual e comum: é uma lucidez vazia, como explicar? assim como um cálculo matemático perfeito do qual, no entanto, não se precise. Estou por assim dizer vendo claramente o vazio. E nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior do que eu mesma, e não me alcanço. Além do quê: que faço dessa lucidez? Sei também que esta minha lucidez pode-se tornar o inferno humano — já me aconteceu antes. Pois sei que — em termos de nossa diária e permanente acomodação resignada à irrealidade — essa clareza de realidade é um risco. Apagai, pois, minha flama, Deus, porque ela não me serve para viver os dias. Ajudai-me a de novo consistir dos modos possíveis. Eu consisto, eu consisto, amém.”. (Clarice Lispector)


Curiosidade



Você forte de longe, parece, confiante, confiado ... Me sinto como quem observa uma paisagem pela janela da casa antiga ... Eu sou uma expectadora que se exibe, consciente de sua timidez, avessa aos sentimentos ... Invadida pela visão de magestade tua, sou tua Rainha, em silêncio.

Chuva

Gosto da chuva ... Ela é bonita. Mas ela é também sinônimo de domingo em casa, descanso do Sol.

Filho





Foram meses de espera ... Enguias Estavam ansiosos ... Faltava pouco tempo. Um dia, numa manhã de inverno, eles se conheceram e se apaixonaram ... Tudo ainda era desconcertante. Três anos já se passaram, desde o primeiro olhar, e eles estão convencidos do milagre da vida e até juram promessas de amor eterno.

domingo, 15 de novembro de 2009

Brincando com as palavras









Sonho. Espero. (Des)espero. Realizo. Vivo.

Rede na varanda

Da varanda a gente via a chuva cair... Ouvia seu barulho... Sentia o cheiro de terra molhada... Na varanda, em dia de visita, se estendia a rede branca, imponente. Na varanda, quase sempre, a familia se reunia e, comovida pela passagem do tempo, brindava a vida.

Protesto


Não gosto do que aprisiona, conforma, deforma, encerra e mata

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